sábado, 29 de maio de 2021

De novo, perdão

 

Para pedir-lhe perdão escrevo em versos

Para dizer-lhe o quanto sinto...

Em vão clamo a Deus, ao universo

Tira-nos deste imenso labirinto

 

Nesse turbilhão de palavras vis

Vejo o que há de melhor

Dos olhares e gestos sutis

Entrego-me ao que há de pior

 

Nas ofensas, encontro a desculpa

E resolvo no meu desabafo

Em ti condenar a culpa

 

Depois, no silêncio do coração

Onde nada e ninguém vê

Sofro calada e te peço perdão.

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Dos pingos da chuva que caem (sem data)

  Dos pingos da chuva que caem São os números que conto esperando na sua ausência Na goteira que se formou do telhado ao chão sinto o beijo ...