04/06/2004
Escrevo para um amigo, poeta, trovador:
Desfaça esse mal-entendido do amor
Que não seja apenas lástima e sofrimento
Que o verso da rima rica seja de encantamento
Não faça trova por inútil dor
E na estrofe perfeita do seu labor.
Deite a fina flor de do afago de Eros
E de desejo, volúpia, encha-se, com esmero.
Não teça a teia da vil tristeza.
Deixe nascer dessa flor: a beleza
Pois dela, o que mais há, é ternura
Mesmo que ao fim seja loucura!
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