sexta-feira, 28 de maio de 2021

Nos tempos de faculdade - 18/10/1997

 

Análise

Me mandaram fazer análise

De poesia brasileira.

Uni Cabral a Bandeira

Tudo em talvez, em hipótese...

 

Eu não sei fazer crítica

Do que sei: é poesia

O que leio, vejo magia

Mesmo da bandeira morte tísica

 

De ferrageiro à estrela

Pela pedra e até Araxá

É tanta beleza que há!

Como posso, poesia, esquecê-la?

 

Adoro tanto as rimas

Quanto à paixão “bandeiriana”

A métrica nem tanto me inflama

Somente as “cabralinas”

 

Devaneio é analisar,

Caro professor e colega,

De verso que não seja piegas

Pois se aqui a arte é poetar!

18/10/1997

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