Análise
Me mandaram fazer
análise
De poesia
brasileira.
Uni Cabral a
Bandeira
Tudo em talvez,
em hipótese...
Eu não sei fazer crítica
Do que sei: é poesia
O que leio, vejo magia
Mesmo da bandeira morte
tísica
De ferrageiro à estrela
Pela pedra e até Araxá
É tanta beleza que há!
Como posso, poesia,
esquecê-la?
Adoro tanto as rimas
Quanto à paixão
“bandeiriana”
A métrica nem tanto me
inflama
Somente as “cabralinas”
Devaneio é analisar,
Caro professor e colega,
De verso que não seja
piegas
Pois se aqui a arte é
poetar!
18/10/1997
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