sábado, 29 de maio de 2021

Brasil...mais Brasil

 

Os portugueses chegando no Brasil

 

1500, 22 de abril.

A caravela chega. Não é Porto Seguro, nem Caravelas; afinal não é nem Brasil ainda!

Cabral, com a sua luneta, mais que depressa, tenta avistar qualquer coisa de mais interessante. Não vê. Somente homens, mulheres e crianças nus. E se espanta diante de tanto despudor. Os portugueses ficam vermelhos em envergonhados.

Rapidamente, Pero Vaz de Caminha pega em sua pena e começa a escrever sua carta. Desliza maravilhado sobre o papel tudo o que vê.

Um índio fita o colar do capitão e gesticula, fazendo acenos para o pescoço e para a terra. Todos entendem que ele diz ter ouro ali.

A manhã está límpida, clara e ensolarada. E os índios se banham naquele mar. Os portugueses veem a cena e despem-se também, apesar de inibidos, para desfrutar daquelas águas cristalinas. É tudo novo, tanto para os aborígenes, quanto para os estrangeiros.

É tarde. Os lusitanos se aninham em suas esfregas, cochichando as novidades. O capitão está maravilhado diante de sua descoberta. Caminha nem dorme, pois quer descrever, com riquezas de detalhes, tudo o que tem naquela terra.

O pajé faz uma reunião para conversarem a respeito daqueles homens brancos.

Anoitece, um céu estrelado...

 

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