quarta-feira, 23 de junho de 2021

Presente do passado

 

Presente do passado

E as velharias, porcarias, restos e sobras

Ao que interessam, mesmo ultrapassadas

Me soam, ainda, nas atuais manobras

E assim atuam, como sempre atualizadas

 

Nos tempos, agora, expostos à destruição

Se voltam às retrancas do passado

E o que é bom agora, que já foi maldição

Retorna com sua exposição, maldito pecado

 

Quebraram-se tabus diante de divindades

Mas se esqueceram do antigo castigo

Adão e Eva, que provaram, por curiosidade

E o “paraíso” acabou, pagamos hoje no perigo

 

Não se rebelem contra a Aids e outras doenças

Pois somos nós mesmos, os culpados

E que voltem as velhas crenças

E quem sabe da destruição seremos poupados.

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