Presente do passado
E as velharias, porcarias, restos e sobras
Ao que interessam, mesmo ultrapassadas
Me soam, ainda, nas atuais manobras
E assim atuam, como sempre atualizadas
Nos tempos, agora, expostos à destruição
Se voltam às retrancas do passado
E o que é bom agora, que já foi maldição
Retorna com sua exposição, maldito pecado
Quebraram-se tabus diante de divindades
Mas se esqueceram do antigo castigo
Adão e Eva, que provaram, por curiosidade
E o “paraíso” acabou, pagamos hoje no perigo
Não se rebelem contra a Aids e outras doenças
Pois somos nós mesmos, os culpados
E que voltem as velhas crenças
E quem sabe da destruição seremos poupados.
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